Sobre o Mortos Vivos

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    MortosVivos: 20 anos de sucesso absoluto!

    por Flávia Arakaki

    Estamos em clima de festa! No dia 7 de maio acontece a edição especial em comemoração aos 20 anos da MortosVivos. A celebração inaugura ainda um novo local para as nossas festas: Via Marquês (Av. Marquês de São Vicente, 1589 – Barra Funda/SP). Como forma de manter a “tradição MortosVivos”, as pessoas acima de 28 anos não pagam a entrada (a inscrição deve ser feita aqui pelo site), terão acesso exclusivo à balada e área reservada no mezanino.

    Ao longo dessas duas décadas, a MortosVivos realizou 160 festas e se consagra como a melhor equipe a organizar com maestria baladas voltadas ao público oriental. “Só tenho a agradecer imensamente a todos pela confiança em nosso trabalho e por prestigiarem as nossas festas. A presença de vocês é a nossa maior motivação para buscarmos sempre atingir a perfeição dos nossos eventos”, diz Tomas Yamamoto, um dos fundadores e idealizadores, à frente da MortosVivos, juntamente com Eduardo Hioki.

    Como tudo começou: a origem do nome MortosVivos

    Uma conversa de bar entre os amigos Tomas Yamamoto, Eduardo Hioki, Massaaki Hideshima e Victor Fukuda deu origem à MortosVivos, em 1996.

    A ideia era reunir as pessoas na faixa etária dos 20 anos que não frequentavam mais as festas orientais por acharem que já estavam “velhas” para baladas e também porque na época não havia boas opções de casas noturnas para o público dessa idade.

    Assim, foi escolhido o nome “MortosVivos”, como o retorno dos ex-frequentadores às baladas orientais. A primeira festa aconteceu em 30 de novembro de 1996 e teve um público de 400 pessoas.

    Era o início de uma história de sucesso, que nem mesmo os sócios fundadores imaginariam que daria tão certo. E qual o segredo de uma receita bem sucedida como essa? Segundo Yamamoto, são apenas dois ingredientes que garantem o sucesso de suas festas: investimento em qualidade e inovação.

    A famosa Mansão Calipso

    Durante 15 anos, as festas aconteceram na Mansão Calipso, localizada ao lado da represa Billings, em São Paulo. Com um jardim ao ar livre, onde as pessoas podiam conversar e petiscar churrasco, a Mansão era considerada um dos diferenciais da MortosVivos em relação às outras baladas orientais.

    “Lembrar das baladas da MortosVivos é lembrar, na certa, da Mansão Calipso. Muitas histórias divertidas aconteceram ali, como entrar com bebidas e pessoas escondidas nos porta-malas dos carros”, diverte-se Eric Inafuku ao relembrar a época em que era frequentador.

    “MortosVivos foi pra mim uma balada ícone da época (anos 90, 2000). A Mansão Calipso dava todo o charme da balada: a pista principal sempre cheia e agitada e na parte de fora uma banda pra quem curtia um som ao vivo! Que tempo bom!”, diz André Shimabuku.

    Inovação: MortosVivos Asian Zone e novos locais

    Porém, antenado com as exigências do seu público, que pedia novidades, e sempre atenta aos ‘dois ingredientes de sucesso’, em 2011 a MortosVivos decidiu inovar suas festas com algumas mudanças que serviram de divisor de águas em sua trajetória:

    A MortosVivos passou a ter um novo ramo denominado MortosVivos AsianZone e se despediu da Mansão Calipso ao lançar uma nova balada: a Asian Zone, que acontece na The Week, localizada no bairro da Lapa, em São Paulo. Com uma área construída de 4 mil m² e uma área ao ar livre de 5 mil m², a The Week mantém um dos principais diferenciais da MortosVivos: local selecionado criteriosamente como cenário para a realização de suas festas. A The Week foi considerada uma das três casas noturnas ‘impecáveis’ no quesito segurança, de acordo com uma avaliação de cinco especialistas, feita pelo jornal Estado de São Paulo em 2011 (clique aqui para ver a máteria).

    Além da nova casa, a Asian Zone surgiu também com a proposta de oferecer uma nova data aos baladeiros: sextas-feiras, ao invés de acontecer aos sábados – dia reservado para as festas MortosVivos, que também foram inovadas e passaram a ser temáticas. Além disso, ganharam também novos locais: Club A (Alameda dos Aicás, 1642 – Moema), Club 33 (Av. Pacaembu, 33 – Barra Funda) e, agora, Via Marquês (Av. Marquês de São Vicente, 1589 – Barra Funda).

    Hoje, aproximadamente 50 pessoas fazem parte da equipe da MortosVivos e cada festa recebe em torno de 2 a 2,5 mil pessoas, de uma variada faixa etária (dos 18 aos 30 anos).

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